sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

AMIGO-IRMÃO

Hoje venho escrever um texto em forma de homenagem a um grande amigo, ou melhor dizendo, ao meu irmão, meu maninho Juniorei, que hoje está fazendo aniversário. Quando conheci Júnior, não lembro exatamente, mas sei que ele estava lá. Foi no TRIBUS 2011, onde ele tava participando pela primeira vez e foi minha primeira vez servindo também.
Após o TRIBUS, ele participou de alguns encontros do Vem e Segue-Me, mas ele depois se distanciou. O tempo foi passando e voltamos a nos encontrar nas conversas do Facebook  Lá, ele me pediu o meu número, pois ele gostava de mandar mensagens para seus amigos. Eu quase nem acreditei no que li; como alguém com quem eu mal conversava, já me considerava como um amigo???
A gente voltou a se encontrar no Rebanhão e eu o convidei a participar dos ensaios do teatro que estavam acontecendo. Ele foi, levou outros amigos e juntos participamos da peça. Como eu fiquei feliz, pois nossa amizade só crescia mais e mais e eu já tinha um carinho muito grande por ele. Em uma de nossas conversas, perguntei porquê ele me tinha como um grande amigo, mesmo sem saber quem era eu de verdade, falei também que eu mal o conhecia, mas ele simplesmente falou que no meu testemunho do TRIBUS 2011, ele viu que me queria como um grande amigo.
O tempo passou e ficamos um tempão sem nos ver, mas nos encontrávamos de vez em quando em eventos, como o Vinde a Mim, Cristotecas da comunidade dele, enfim.. e como eu queria ter todo o tempo do mundo pra parar e conversar direito com ele. Mas sempre falamos, mesmo que seja de 3 em 2 meses. Confio nele e sei que ele também confia em mim. Mesmo mal nos conhecendo, ele me confiou uma coisa muito importante e até hoje guardo com o maior carinho, pois foi uma prova de sua amizade.
Bem, o Júnior é bem espontâneo, às vezes surdo e lerdo, chega a estressar às vezes, mas é meu maninho e com ele tenho a maior paciência, mesmo quando ele passa uma vida sem me mandar um sinal de vida. Mas houve um dia, em que eu me sentia tão sozinho, sem ninguém do meu lado, mesmo rodeado de pessoas, e eis que recebo uma mensagem dele. Pensa na felicidade da criança quando leu aquelas palavras. Mas ele é assim mesmo, um amigo muito abençoado, cheio de vida, que preza muito sua família.
 Até hoje, guardo a primeira mensagem que recebi dele e é assim: "Somente o amor é capaz de transformar todas as realidades e de fecundara vida nova no nosso coação. Boa noite!"Amigo igual a você, Antônio dos Santos Júnior, são muito poucos. E eu sou sortudo em ter você como meu melhor amigo, não, minto, não é melhor amigo, mas é meu irmão, meu maninho!! Te amo muito cara, que você viva muitos anos, me trazendo muita alegria e conforto, pois eu confio completamente em você. TE AMO MANINHO!!!!!
Deixei uma pequena música para você ouvir, porque ela é reflexo de toda nossa relação AMIGO-IRMÃO: deixarei a letra e a música.



AMIGO, IRMÃO
Anjos de Resgate

Colhendo os sonhos que Deus plantou
No solo fértil do seu coração
Vejo dor, mas também vejo esperanças,
Que o Senhor depositou em suas mãos.
Eu sempre estarei ao lado sei
Mesmo longe acredite: sou eu!
Corações que o Senhor Deus escolheu
Para serem eternamente irmãos.

Os amigos são pra sempre quando vivem como irmãos
Quando deixam que o Senhor seja o Deus dessa união
Nessa vida só não basta para o mundo compreender
Que o amor que Deus nos dá nos faz irmãos.

Com a fé e o amor que Deus lhe deu
Fluirá do seu viver uma geração
E cantaremos juntos tudo o que você viveu
Porque Deus nos fez irmãos!
Eu sempre estarei ao lado seu
Acredite, mesmo longe: sou eu!
Corações que o Senhor Deus escolheu
Pra pulsarem juntos como irmãos.



O Segredo do Rosário


São Luís Maria Grignion de Montfort
Com aprovação dos Padres Missionários Monfortinos
Livro de 1997 - 99 págs


  Nesta obra, Montfort deixa conhecer o zelo missionário e o seu extraordinário amor à Virgem  através da oração do Santo Rosário.

  Para S. Luís de Montfort, o Rosário não é somente um modo de oração fácil, que pode ser feita por qualquer pessoa, mas um caminho espiritualmente seguro dentre as formas mais elevadas de união com DEUS, em JESUS por Maria.
  Percebemos que na sociedade moderna muitas pessoas estão redescobrindo o terço. A meditação e a contemplação dos mistérios salvíficos continuam sendo o modo de oração mais procurado pelos cristãos católicos.
  No Segredo do Rosário S. Luís Maria de Montfort expõe, de modo prático e didático, os  motivos e as formas para se rezar o Rosário de Maria, e ainda mais, nos conta a história do Rosário, animando-nos à oração, falando dos inúmeros exemplos de grandes santos e místicos que, no seu tempo, já o rezavam alcançando muitas graças.
  Aproveite bem deste livro. Você, com certeza, não vai contentar-se por lê-lo apenas uma vez.  Reze com carinho, orientado por S. Luís de Montfort. A oração feita com perseverança ajudará você a encontra-se com o SENHOR e a servi-lo, principalmente na prática da justiça e da  solidariedade, indispensáveis na vida de todo cristão.
Na festa da Anunciação de Nossa Senhora
João Monlevade, 25 de Março de 1997.
Pe. Luiz Augusto Stefani

Por favor, faça todo o possível para que este livro vital seja mais vastamente conhecido, comprando/enviando cópias extras para dar aos seus amigos, parentes e conhecidos. Trata-se  da Salvação das Almas e da Paz no Mundo.

Faça o download pelos Link abaixo;


Media Fire (Não precisa se cadastrar para fazer download)

sábado, 16 de junho de 2012

A música era sua paixão

A um tempo, venho querendo escrever algo sobre esta história verídica, que virou um livro e posteriormente um filme. A história se passa entre os anos de 1939 a 1945, durante a II Guerra Mundial. Ela se passa em Varsóvia, capital da Polônia, iniciando-se no momento de sua invasão pelos alemães. Há medida que a história vai passando, o protagonista, Wladislaw Szpilman narra cada atrocidade e dificuldade pela qual ele passou.
Mas primeiro, deixa eu contar um pouco sobre quem é o Wladislaw. Bem, ele era um pianista, que trabalhava na Polskie Radio, era judeu e estava tocando o "Noturno em dó menos" de Chopin no momento exato das bombas nazistas sendo jogadas na cidade. Foi um sobrevivente do Gueto de Varsóvia, que logo irei comentar e lutou contra a fome e frio durante meses, em uma desesperada tentativa de sobrevivência.
O livro, assim como o filme, mostra as humilhações pelas quais os judeus tiveram que passar, como seus bens sendo fiscalizados, sendo que teriam que ter uma quantia máxima de slotz (a moeda deles). Além disso, teriam que usar faixas brancas no braço, com uma estrela de Davi azul, medindo 8cm de ponta a ponta. Ora, que é isso?? Eles estavam agora sendo rotulados. Até onde foi parar a humanidade e sua sensibilidade? A vergonha era tamanha, que eles preferiram ficar em casa, sem trabalhar, saindo de seu refúgio da vergonha apenas quando fosse realmente necessário, como comprar comida. No filme ainda foi mostrado uma cena que não havia no livro, como a do pai idoso do protagonista, que foi forçado por um alemão a andar na sarjeta, que, segundo o "vilão", era o lugar dele.
Vendo cada cena dessa, vejo que realmente a humanidade não tem como ser salva. Não merece perdão pelos seus atos. É ridículo ter que dizer que faço parte dessa espécie, como um semelhante meu pode fazer atos tão maldosos e preconceituosos. E olha que hoje em dia, aquele que dizia que era seu amigo faz coisas até piores que os piores nazistas.
Após um tempo vivendo assim, os judeus foram obrigados a viverem num Gueto, que logo ficou conhecido como o maior Gueto da Polônia. Só para explicar, os guetos eram lugares em que os nazistas concentravam os judeus, para não se misturarem com os arianos. Lá, as condições eram piores que os nossos mais piores pesadelos. Ironicamente, a maioria da população do gueto morreu de fome, enquanto outros enriqueciam com contrabando e certo monopólio de produtos.
A sem vergonhice era tamanha, que tocando piano para essa corja em um café, Wladislaw foi obrigado a parar de tocar, só para que um ricaço podia jogar suas moedas na mesa e poder ouvir o som que elas faziam ao bater contra a superfície. Por favor né meu povo, cadê a humanidade e a solidariedade para outros que estavam suplicando algumas gotas de água, ou uns grãos de arroz, ou migalhas de pão.
Pois bem, não comentarei mais a história, deixarei que vocês assistam ao filme. Entretanto, o filme, assim como o livro, é cheio de momentos tocantes. Como o de um homem que não era judeu, mas vivia no gueto, com a intenção de ajudar as crianças mais pobres e realmente ele o conseguiu, criando-as em um orfanato. Porém, no momento em que a população do gueto ia ser evacuada e ele ia ser poupado, mas decidiu ir junto de suas crianças, por livre e espontânea vontade. O trecho do livro nessa parte é assim:

"Ele teve muita dificuldade em convencer os alemães de que desejava acompanhar-las de livre e espontânea vontade. havia passado vários anos da sua vida com elas e, agora que estavam embarcadas para o seu destino final, não queria deixa-las sozinhas.queria tornar essa viagem mais fácil para elas. explicou aos órfãos que deveriam estar  contentes, pois estavam sendo levados para uma fazenda. finalmente eles iriam trocar aqueles muros tenebrosos e fedorentos opor campos cobertos de flores, por fontes de de água pura onde poderiam banhar-se, por florestas cheias de frutas silvestres e de cogumelos. mandou que se vestissem como para uma festa, e eles, cuidadosamente vestidos e radiantes, colocaram-se, em pares, no pátio do orfanato. 
A pequena coluna era comandada por um homem da SS que, como todo alemão, amava as crianças- principalmente aquelas que iria despachar para o outro mundo. Gostou sobretudo de um menino de uns 12 anos – um violinista com seu violino debaixo do braço. Colocou-o na frente da coluna e mandou-o tocar.
Quando dei com eles na rua Gesia, as crianças, sorridentes, cantavam em coro, acompanhadas pelo pequeno violinista, enquanto Korczak carregava nos braços os dois mais jovens, também risinhos, e contava-lhes algo muito engraçado. 
Estou convencido de que, já dentro da câmara letal, quando o gás sufocava as traquéias e o medo tomava o lugar da alegria e da esperança no coração dos órfãos, o Velho Doutor lhes sussurrava, com as suas últimas forças: 
- Isto não é nada, meus filhos! Isto não é nada… – desejando poupar seus pequenos protegidos do medo da passagem da vida para a morte."

Bem tocante né? Infelizmente, o que mais me chocou é que mesmo é que é uma história VERÍDICA. Cara, que crueldade. Mas é com lágrimas nos olhos, que digo, ou melhor, escrevo que mesmo diante de tanta crueldade, a humanidade merece ser punida, mas não devem ser esquecidos, aqueles que mostraram compaixão, que deixaram o preconceito de lado e decidiram ajudar. Sejam pobres crianças ou não. O próprio autor não sobreviveria se não fosse pela ajuda de amigos arianos. Mas cara, a situação ali estava tão crítica que até os próprios judeus se entregavam, estava tudo um caos.
Ao ler, me encontrei com o personagem. Se fosse eu, não seria o que aconteceria comigo, principalmente ao me salvar e ver minha família indo para a morte. Não consigo imaginar minha família morrer. Não consigo ver tanta gente infeliz, que logo desabo. Estou já tão acostumado com dormir sossegado, de barriga cheia. Não consigo pensar que isso ocorreu e que podia ter sido comigo.
Ler sobre o Holocausto me faz pensar muito sobre a natureza humana, sobre a essência do nosso espirito e sobre a importancia das decisões e ações que tomamos. Não é apenas sobre ver a postura cruel e desumana que alguns adotaram, mas também sobre as pessoas que arriscaram suas vidas para ajudar ou simplesmente confortar outras, é sobre pensar a respeito do que os seres humanos são capazes, para o bem e para o mal. Talvez não seja o tipo de leitura que agrade a todos os públicos, mas acho que é, ainda assim, recomendável para todos.
E assim encerro o texto, dizendo que mesmo diante de nossos problemas, tem gente que passou por piores, e que atualmente, tem gente passando ainda por tais problemas. Mas voltando pro contexto da história, gostaria que todos pudessem procurar pelo menos o filme e se emocionar com a história e perceber que não é só você que tem problemas.
Wladislaw Szpilman morreu em julho de 2000, com quase 89 anos.






Na barra ao lado, deixei uma cena do filme, em que ele toca no piano.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Um fato óbvio

Boa noite, ouvindo uma música de uma das minhas cantoras preferidas, fico pensando no que aconteceria se o amor fosse entre duas pessoas fosse proibido. Se fosse considerado como um crime maior que um assassinato, seja qual for, ou pior, considerado uma doença, apenas um distúrbio mental. Enquanto mais penso nisso, tento em convencer de a comunidade global não está caminhando para isso, de que as pessoas realmente se amam. Entretanto, estou enganado. É verdade que há pessoas que realmente se amam e que lutam por esse amor, mas há também pessoas que tentam destruir uma relação, esse sentimento. E é aí que tento chegar.
Há muita gente que diz que "ama" uma pessoa, que faria qualquer coisa para tê-la de volta. E realmente o fazem. Cometem loucuras; chegam a machucar, não só aos que estão à sua volta, mas a si mesmo. Um dos grandes males que assolam o mundo é a depressão, seja ela por carência, por morte de algum ente querido ou por amor. O amor é um sentimento belíssimo, mas uma vez falei que ele destrói. Porém, estive errado. O amor não destroi. O que destroi é a dependência, o fanatismo.
Deus bem sabe o quanto não já sofri por amor. As lágrimas sendo derramadas. As músicas de amor se tornando realidade e se tornando biografias de minha vida. Contudo, depois de tanta dor, aprendemos a minimizar cada vez mais essa dor, aprendendo com cada erro cometido. Às vezes, pensamos até em odiar o parceiro(a) que está com aquele que amamos, odiando cada célula daquele corpo. E é aí que o mal entra em nossos corações, semeando o ódio. Fazendo com  que aquelas loucuras sejam realizadas.
Tento desesperadamente lutar contra isso; peço sempre o dom de saber esperar no tempo de Deus, pois ele bem sabe quando estarei realmente pronto, mas os sentimentos falam sempre tão fortes e não sabemos esperar, nos declaramos, sofremos, lutamos. Chegamos à beira de um verdadeiro precipício, com o coração na mão e uma faca na outra.
É difícil lutar contra os instintos, mas não impossível. Não é certo tentar ser feliz, roubando a felicidade de outro. A resposta é só esperar. Esperar que a poeira abaixe; esperar que a chama do amor apague, para se ter certeza de que aquele sentimento é real; esperar que tudo se resolva, mas claro que não sozinho. Confuso este ultimo item, mas me permita explicar. Seja você mesmo, a pessoa que você ama logo irá reparar em você.
Escrevendo este texto, recordo-me das vezes que supliquei por um abraço da pessoa amada, mas não nada. Admito que fui carente de um amor por muito tempo. Amando pessoas que aparentemente eram impossíveis para mim, que não me amavam, que preferiam apenas me ter como amigo. Hoje eu não sei dizer se estou amando alguém, por mais que a pessoa fica na minha cabeça, pois eu acabo por esquecê-la em uma semana, percebendo que o que eu sentia era apenas um sentimento repentino, que não é melhor ficar mesmo apenas na amizade.
Dizem que a coisa mais triste que um homem deve encara, é o que poderia ter sido. Escolher o caminho certo nunca é fácil. É uma decisão que nós, homens, fazemos apenas com o coração nos guiando, mas às vezes nossa malícia e nossos ciúmes e a vergonha que sentimos por não sermos as pessoas que deveríamos ter sido. E é aí que achamos nosso caminho para algo melhor, ou algo melhor acha o seu caminho para nós.
Você sabe aquela visão romântica de que todo o lixo e dor é na verdade terapêutica e bonita, e até poética? Não é verdade. É apenas lixo e apenas dor. Você sabe o que é melhor? O AMOR. o dia em que você começar a achar que o amor é supervalorizado, é o dia que você estará errado. A única coisa errada sobre o amor, a fé e a crença é não tê-los.
Sabe, às vezes quando se é jovem, você acha que nada pode te machucar. É como ser invencível. Sua vida está a sua frente e você tem grandes planos. Achar seu PAR PERFEITO. Aquela(e) que te completa. Mas conforme vai envelhecendo, percebe que nem sempre é tão fácil assim. Só no fim da vida percebe que os planos que fizemos são só planos. pois no final, quando olha para trás ao invés de olhar para frente, você quer acreditar que fez o máximo com o que a vida te ofereceu. Quer acreditar que está deixando algo de bom para trás. Você quer que tudo tenha sido importante.
Há um clip da música que eu falei. Nele, conta-se o sofrimento de um casal, que mora em Berlim no ano de 2039. Lá, não serão mais permitidas as relações sexuais, seja até mesmo um beijo, em locais públicos. Os que infringirem essa lei, acaba sendo preso. Enfim, nesse vídeo, podemos acompanhar os sofrimentos desse casal diante dessa lei tão absurda. E encerro mais este texto, dizendo que realmente não vale a pena viver de sonhos e se esquecer de viver. A pessoa que vai passar o resto da vida com você vai chegar um dia, é só esperar. E aqui vai o vídeo da música que citei: UN HECHO OBVIO






quinta-feira, 17 de maio de 2012

Liberte-se de seus demônios


Em uma de minhas raras reflexões, para para pensar de novo nas pessoas e no que fazem para se recuperarem de algum trauma. No que fazem com seus remorsos e como os retém. Às vezes, essas pessoas se perdem, tentando se encontrar, procurando uma solução, um jeito, um caminho. Qualquer coisa para não se machucarem, não sofrerem. Entretanto, elas geralmente apenas pioram sua situação, se entregando à mágoas, remorsos, trancando-se em seu próprio mundinho, tentando esquecer o ocorrido.


Tenho um amigo, que me fez refletir muito ultimamente. Fazendo-me questionar de meus próprios conceitos. Muitas das coisas que ele falava, eu não concordava. Mesmo entendendo seu ponto de vista, com a percepção da dor estampado em seu coração, em sua alma, ele se trancava, tentava esquecer, ignorar aquela pessoa que tanto o fez sofrer; que o já fez chorar e derramar lágrimas de amor. E mais uma vez volto para esse tema. AMOR. Porque o sentimento tão lindo, pode causar tanta dor, decepção e mágoas? Mesmo proporcionando momentos maravilhosos, o amor machuca e como machuca.Enfim, conversando com este meu amigo, no início senti pena e tentei ajudá-lo. Mas à medida que a conversava ia transcorrendo como a areia num funil, percebi que ele estava certo e cheguei a uma conclusão: o mundo está cruel demais. O mundo como está, não permite que a uma pessoa ingênua/inocente seja sempre feliz. É claro que um fato como esse esse é normal, é da natureza humana sofrer. Mas como a situação se encontra não é mais dessa forma. Hoje já está tudo muito difícil pra todos.

Às vezes, algumas pessoas acabam se entregando ao sofrimento, permitindo que a depressão entre em sua vida. Outras já não querem mais sofrer e acabam não se importando mais com nada, preferindo esquecer tudo o que aconteceu e recomeçar sua vida, sem aquele sofrimento e com a posterior perda daquele que era um amigo. Entretanto, nem tudo é um mar de rosas negras, acredito que há pessoas que ainda sabem perdoar, permitindo que a felicidade entre em sua vida.

Nossa, como o mundo está complicado. Muitas vezes tentamos procurar o céu, mas só achamos demônios que estão em nossas costas, impedindo-nos de fazer um movimento livre. E como a música tema deste texto fala, o melhor é se libertar. Mas como se libertar de uma dor que parece não ter fim? Às vezes o próprio tempo se torna uma solução, mesmo que a pessoas não façam nada. Porém, esse não é a melhor escolha. A ação, dependendo dela, é sempre a melhor solução, pois a mudança vem de cada um de nós.

Não é certo plantar ma macieira e esperar que nasça laranja da árvore, assim não é justo ter que fazer o mal a alguém e esperar que o perdão venha do outro lado pro livre e espontânea vontade. O primeiro passo é sempre a melhor alternativa; não afirmo que ela trará bons resultados, porque há gente que não sabe mais perdoar, mas só por causa disso não se deve tentar.
O perdão é um exemplo do amar. Quem ama, perdoa. São Francisco de Assis, em sua sabedoria, orava dizendo que é melhor perdoar, do que se perdoado. Mas é assim mesmo. De que adianta querer ser perdoado, se você não quer perdoar??? A recompensa será melhor e maior para aqueles que sabem perdoar, reconhecendo seus próprios erros.

Portanto, encerro mais um texto. Este texto que vale muito pra mim, porque mais uma vez, é de um amigo que me inspiro. Ahh como tem sido a duro a vida para tantas pessoas, não são apenas para algumas, e sim para todos. Quem é esse que nunca sofreu? Nunca chorou por alguém?? É de nossa natureza humana, o sofrimento. A diferença é que alguns se permitem sofrer, trancando-se em si mesmos ou não, e há outros que aceitam o sofrimento como parte da vida, tocando esta para frente, esquecendo o que passou e quem passou, mas sabendo perdoar, seja qual for a traição e/ou a mágoa que ficou. 

Conselho: LIBERTE-SE de suas dores. Viva realmente sua vida. Espante seus demônios e dance!

"Remorsos se acumulam como velhos amigos 
Aqui para reviver seus momentos mais sombrios 
Não vejo uma saída, não vejo uma saída E todos os monstros saem para brincar


E cada demônio quer seu pedaço de carne 
Mas eu gosto de guardar algumas coisas pra mim 
Gosto de deixar minhas questões importantes afogadas 
É sempre mais escuro antes do amanhecer 


E eu fui tola e cega 
Nunca consigo deixar o passado pra trás 
Não vejo uma saída, não vejo uma saída
Estou sempre carregando esse peso nas costas
(...)"




terça-feira, 1 de maio de 2012

No peito eu levo uma cruz!!

Boa noite!! Neste texto, quero poder escrever o quanto estou feliz, pois minha cidade recebeu uma grande visita: os símbolos da Jornada Mundial da Juventude. Evento esse que ocorre uma vez em cada país e que no próximo ano ocorrerá no Brasil.
Pois é, voltando ao assunto, irei começar falando do começo. Quando 2012 começou, fiquei sabendo de um evento que ocorreria em abril  e que esse vento seria o Bote Fé. No início, não liguei muito, estava mais interessado nos shows, que tinha o Rosa de Saron no roteiro, porém, com o tempo, não pude deixar de perceber que a comunidade católica ludovicense estava fazendo um maior estardalhaço.
O tempo passava e eu deixei de me importar cada vez mais, mesmo quando a comunidade a qual participo ficando falando do evento. porém, num certo dia a ficha caiu: o evento era a acolhida dos símbolos da JMJ. Cara, meu mundo caiu. Porém, eu não me abalei tanto assim, apenas percebi o quão aquele momento era importante.
quando se aproximou o momento, fui convidado a servir no dia da chegada. Não recusei e, mesmo sob vários desafios, consegui chegar a tempo para a apresentação e de ver a cruz chegar. Nunca pensei que um pedaço de madeira poderia trazer coisas tão maravilhosas na vida de uma pessoa. Foi maravilhoso aquele dia. Principalmente quando os símbolos chegaram à faculdade em que estudo.
Eu fiquei encarregado de carregar o ícone de Nossa Senhora. Nossa, Deus sabe o quanto isso é significativo pra mim. Ter que carregar aquele bem tão precioso. Pesava?? Claro que sim, era apenas ferro e vidro (acho que blindado). Entretanto, mesmo a fome, a dor nos ombros e o calor do sol não me fizeram desistir. Continuei orando e intercedendo durante toda a caminhada, até a chegada do COLUN.
Na volta, continuei carregando, mesmo tendo que tirar dos braços de algumas estudantes, mas eu tinha que carregar, não por ter me sentir o forte ou outra coisa qualquer, mas porque eu precisava carregar. Precisava fazer algo em relação a minha Mãezinha do Céu, em me sentir útil. Quando chegamos à área de vivência do R.U., nós, alunos, iniciamos o terço, alguns de joelho, outros sentados e outros em pé, mas nossos corações batiam como um só. No final, todos se ajoelharam para a última dezena e o Espírito Santo se fez presente no meio de nós. A cada um de nós, estudantes, sendo que alguns abriram sua boca para compartilhar palavras que o Senhor colocou em seus corações. Eu admito que fui um deles. O Senhor colocou na minha boca, uma passagem sobre os jovens, para que eles saibam falar no momento oportuno e que era aquele momento. Que aquele bote fé pudesse renascer nossos espíritos e que pudéssemos ser verdadeiros jovens e não simples pessoas de mundo.
Após esse momento belíssimo, oramos por aquela faculdade, por todos os jovens que estavam largados pelo mundo, que não lembravam mais do amor, do carinho. Intercedemos por cada um deles. Para que eles pudessem entender aquele amor novamente. No final do dia, devolvemos a Cruz e o Ícone ao corpo de bombeiros, mas ainda os levamos aos portões da UFMA. Com minhas forçar levantei pela última vez o ícone mais lindo que já vi na minha vida.
No sábado, eu lutei, mas enfim pude ir à praça para assistir pelo menos a missa e rever aqueles símbolos tão maravilhosos. Sem falar na graça de que puder ainda servir no cordão e reencontrar amigos tão especiais.
No domingo, corri para aquela igreja do São Francisco, porém a Cruz já me esperava. Chegamos juntos, eu no ônibus e Ela no seu transporte. Mal pude acreditar naquela benção. Acompanhei a procissão até a Igreja da Sé. Porém após passarmos pela ponte, pude carregar dessa vez a cruz. Era só o que faltava para completar o meu Bote Fé.
Enfim, o único dia que eu não acompanhei foi o último. Eu fico triste em pensar nisso, mas a alegria sempre vem depois de lembrar que próximo ano estarei no Rio de Janeiro, pronto para rever aqueles símbolos que trouxeram paz e conforto ao meu coração. E assim posso concluir esse texto dizendo que estou preparado para a JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE, pois o Senhor permitiu que fosse ainda jovem, para poder permitir essa graça maravilhosa, que é o desse evento maravilhoso ocorrer neste país. Além do mais, posso cantar todo dia, que no peito, eu carrego uma CRUZ, bem no meu coração!!





domingo, 19 de fevereiro de 2012

Perdas ou ganhos


Sabe, quando eu estava na escola, eu ficava preocupado com o que ia acontecer comigo, como seria minha, será que os meus amigos continuariam sendo os meus amigos, se nos afastaríamos ou não. Mas o meu terceiro ano na escola me ensinou a não me apegar tanto a eles.
Foi um ano sofrido? Foi, eu não nego. Mas é no sofrimento que muitas vezes a gente aprende e foi isso que aprendi. Sabe, com a minha separação de meus amigos quando entramos no último ano na escola, acabou ajudando. Assim, minhas preocupações em ficar triste em passar o dia sem meus amigos acabaram sumindo.
Eu não estou dizendo que eles não são mais importantes para mim, não é isso. Eles são e sempre foram. Me ajudando sempre e com certeza me fizeram crescer como um homem!! Mas com a distância e o tempo, o contato foi ficando cada vez mais tênue, como a seda que balança ao ar de tão leve e frágil.
É lógico que eu fico lembrando de cada momento que eu convivi com vocês, as brigas, os sorrisos, as brincadeiras, cada momento feliz ou não. Vocês são os meus amigos e sempre serão, mas o problema é que cada um agora seguiu o seu próprio caminho, seguindo a sua trilha.
Entretanto, acabei não ficando sozinho como eu tanto temia. Eu apenas fortaleci amizades que eu já havia feito e foi num lugar quase que uma segunda casa pra mim. Eu não posso negar que fiz verdadeiros amigos lá.
Os Kummifuff's nasceram do nada, mas foi tudo providência divina, porque todos lá eu já conhecia, mas a "grande amizade" que brotou foi maravilhosa. Nossa reuniões se mostraram tão sérias e importantes, que daqui a pouco decidiremos o futuro do mundo. Nossos jogos e brincadeiras são muitos especiais.
Bem, era isso que eu queria dizer, ou melhor, escrever. Meus antigos amigos continuam sendo especiais para mim e sempre serão, mas eu não posso passar minha vida toda vivendo de lembranças, eu tenho que viver. E assim termino este texto, agradecendo a Deus, por não perder amigos, e sim ter ganhado mais. Ahhhh, uma vez eu li em um livro uma frase que era mais ou menos assim: "é preciso muita coragem para enfrentar os inimigos e muito mais para enfrentar os amigos". Bem, é isso!! Só espero que isto não seja motivos!!

domingo, 1 de janeiro de 2012

Mas que confusão

OI pessoal, vim aqui desejar um feliz ano novo pra vocês, que o Senhor Jesus possa iluminar seus caminhos ainda mais neste ano. Espero que a virada de ano de vocês tenha sido divertia, pois a minha foi, com alguns problemas aqui e outros ali, mas apesar das dificuldades foi muito boa.
Desde ano a virada passada que eu queria ver os fogos em uma edição da Virada com Jesus, mas não pude, mas através de muita persistência, acabei indo neste último. Eu realmente estava colocando muita fé nesta virada de ano, porque seria o primeiro em que eu passaria com a família e amigos juntos. Então já sabem né. Mas teve dificuldades, eu pensava que eu nem ia poder ficar para ver o " show pirotécnico" na praia, mas graças a Deus que pude.
Bem, deixa eu explicar essa situação um pouco melhor. No penúltimo dia no ano passado, eu e meus pais fomos fazer um "mapeamento" do local do evento e conhecer a praia (tá, eu sei, mas é que quando vou para a praia, sempre vou na Litorânea), mas, mesmo a praia sendo "mais arrumada", era muito abandonada, precisando de uma infra estrutura melhor, tipo: calçadas e, principalmente, uma avenida!!!
Vendo isso, minha mãe se zangou e ficou jogando na minha cara, que eu tinha escolhido um péssimo local pra passar ano, e deixando cada vez mais decepcionado, porque nem eu tinha gostado do lugar, mas acabei ficando na minha, eu só deixei as coisas acontecerem.
Durante o dia 31 do ano passado, foi tudo muito estranho. Arrumamos-no muito cedo para irmos (meus pais estavam com medo de engarrafamento, trânsito, estacionamento, etc). Quando chegamos, não tinha ninguém. na verdade, até tinha, mas era o pessoal da organização, portanto, nós fomos os primeiros que chegamos e isso já era o que? Umas 5 e 40 da tarde. Pois é, chegamos muito cedo. À medida que o tempo ia passando, e ninguém chegava.
Durante o tempo todo, minha mãe ficava jogando na cara o quanto que eu tinha escolhido um péssimo lugar e talz e eu só ficava cada vez mais triste com isso tudo. Quado deu 8 horas da noite (esse era o horário pra começar as coisas) a galera começou a chegar, inclusive uns amigos meus. Cara, vocês não têm ideia do quão feliz eu fiquei. A missa foi excelente e linda, as apresentações depois dela também foram. Nessa hora, meus pais já tinham mudado de ideia e estavam até curtindo o evento.
Um pouco antes de meia noite, minha segunda família subiu ao palco e começou a se apresentar, quando meu relógio deu meia noite, eu subi o monte e abracei minha família, desejando a todos um feliz ano novo. os fogos já tinham começado, mas é claro que os do evento ainda não, quando estou perto de descer, a RCC começa a liberar os seus e foram lindos. Nunca tinha visto os fogos de réveillon tão de perto. Bem, eu desci e desejei aos meus amigos os meus votos.
Fiquei pro final da apresentação da Ebenézer e ... bem. Foi isso. Mesmo com essa dificuldade toda, acabei ficando lá, mesmo não estando com minha amada Jordana Brito.